Enamoramento
“Dois são os enamorados. O processo colectivo começa. Leon Chestov, ao invés, escreveu que só com o número três começa o plural.
A mística do eu e do outro que se fundem em terceira entidade, mística do sim e do não, do fogo e da água, mística do silêncio, do crepúsculo e da madrugada, do pé e da pedra no meio do caminho, abre espaços antigos – novos, sem limites, não sitiados, ainda viáveis.
Enamorar-se, apaixonar-se, amar, pressupõe o desejo. Desejo, que és tu?
Desejo é utopia, «uma exploração possível a partir do impossível». Porquanto a utopia é o imaginário que se impõe. Imaginário da melancolia e o seu fruto, a paixão; imaginário da nostalgia e o seu fruto, o amanhã, o amanhã; o imaginário do vazio e o seu fruto, revoltas e revolução; o imaginário da totalidade e o seu fruto, a morte: sempre presentes.”
«Les amoureux sont seuls au monde…»
Francesco Alberoni
A mística do eu e do outro que se fundem em terceira entidade, mística do sim e do não, do fogo e da água, mística do silêncio, do crepúsculo e da madrugada, do pé e da pedra no meio do caminho, abre espaços antigos – novos, sem limites, não sitiados, ainda viáveis.
Enamorar-se, apaixonar-se, amar, pressupõe o desejo. Desejo, que és tu?
Desejo é utopia, «uma exploração possível a partir do impossível». Porquanto a utopia é o imaginário que se impõe. Imaginário da melancolia e o seu fruto, a paixão; imaginário da nostalgia e o seu fruto, o amanhã, o amanhã; o imaginário do vazio e o seu fruto, revoltas e revolução; o imaginário da totalidade e o seu fruto, a morte: sempre presentes.”
«Les amoureux sont seuls au monde…»
Francesco Alberoni
Ju

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